Boas pessoal.
Sem bem-vindos ao meu blog "Mas Tu Quesver", um local onde vou abordar todas as questões e mais algumas, num regime de total aleatorização. Tanto poderei falar a sério como a brincar, sobre tartarugas ou tubarões, sobre carne ou peixe, sobre réguas ou esquadros. Quer dizer, sobre esquadros não, isso seria idiota.
Até porque falar de esquadros envolveria uma questão particularmente complexa: quem diz "esquadro" é quem já não consegue dizer "quadro" ou alguém que nega a existência deste objecto. Logo, para essa pessoa, trata-se de um ex-quadro. Daí dizer "esquadro". Eu juro que não ingeri cocó em farinha para estar a dizer esta merda toda. Apenas estou a querer dizer que vou falar de tudo. Mas de esquadros não.
O meu nome é Ricardo Tomé, tenho 34 anos e sou natural e residente de Cascais. Faço comédia desde 2008 mas apenas me assumo como comediante desde Janeiro de 2018, altura em que me despedi para abraçar a carreira humorística a tempo inteiro. Licenciei-me em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica Portuguesa, de onde saí para trabalhar durante quatro anos em Comunicação como jornalista, assessor de imprensa, organizador de eventos. Nesta área, fiz de tudo, o que me confere uma realização particular. Experimentei todo o tipo de funções, das quais gostei e aprendi de forma considerável, mas não a ponto de perceber que era o que mais queria fazer. Sempre fui um gajo de desafios e senti que queria mudar.
Mudei e de que maneira. Saí da Comunicação e fui voar durante seis anos como comissário de bordo (não, não ingeri mesmo cocó em farinha para me poder sentir no céu). Foi aqui que aprendi mais e que acabei por acabar de construir a minha personalidade. A nossa essência está sempre lá e em constante mutação mas, há em certos locais e alturas, que a lapidamos mais. Para mim, foi na aviação. Mas ainda continuo a mudar, estamos sempre. Já não tanto porque vamos começando a viver como queremos mas eu quero ser uma pessoa cada vez melhor. A nível humano. E isso passa para o nível profissional, daí a mutação constante.
E a minha maior mudança e desafio, dado que eu vou sempre atrás da felicidade, foi quando me despedi, como escrevi acima, no primeiro mês de 2018. Não estava propriamente farto de voar, apenas queria ser imensamente feliz. E só o conseguia ser no meu sonho, na minha vida, na minha paixão, que é a comédia. Afinal de contas, como disse Ayrton Senna, "é a minha paixão e não posso desistir dela. É a minha vida."
Trabalho como comediante a tempo inteiro desde então, assim como Quiz Master, carreira que está, graças a Deus, a correr bem. Criei uma espécie de alter-ego, O Gajo do Bigode, cujas páginas podem seguir no Instagram (ogajodobigode) e no Twitter, Facebook e YouTube - O Gajo do Bigode. Este blog é outra forma para me irem acompanhando, a mim e ao meu trabalho, onde estarão compilados todos os meus textos e crónicas.
Que o façam regularmente. São bem-vindos e eu cá esperarei por vocês. Mas sem esquadros.
Até porque falar de esquadros envolveria uma questão particularmente complexa: quem diz "esquadro" é quem já não consegue dizer "quadro" ou alguém que nega a existência deste objecto. Logo, para essa pessoa, trata-se de um ex-quadro. Daí dizer "esquadro". Eu juro que não ingeri cocó em farinha para estar a dizer esta merda toda. Apenas estou a querer dizer que vou falar de tudo. Mas de esquadros não.
O meu nome é Ricardo Tomé, tenho 34 anos e sou natural e residente de Cascais. Faço comédia desde 2008 mas apenas me assumo como comediante desde Janeiro de 2018, altura em que me despedi para abraçar a carreira humorística a tempo inteiro. Licenciei-me em Comunicação Social e Cultural pela Universidade Católica Portuguesa, de onde saí para trabalhar durante quatro anos em Comunicação como jornalista, assessor de imprensa, organizador de eventos. Nesta área, fiz de tudo, o que me confere uma realização particular. Experimentei todo o tipo de funções, das quais gostei e aprendi de forma considerável, mas não a ponto de perceber que era o que mais queria fazer. Sempre fui um gajo de desafios e senti que queria mudar.
Mudei e de que maneira. Saí da Comunicação e fui voar durante seis anos como comissário de bordo (não, não ingeri mesmo cocó em farinha para me poder sentir no céu). Foi aqui que aprendi mais e que acabei por acabar de construir a minha personalidade. A nossa essência está sempre lá e em constante mutação mas, há em certos locais e alturas, que a lapidamos mais. Para mim, foi na aviação. Mas ainda continuo a mudar, estamos sempre. Já não tanto porque vamos começando a viver como queremos mas eu quero ser uma pessoa cada vez melhor. A nível humano. E isso passa para o nível profissional, daí a mutação constante.
E a minha maior mudança e desafio, dado que eu vou sempre atrás da felicidade, foi quando me despedi, como escrevi acima, no primeiro mês de 2018. Não estava propriamente farto de voar, apenas queria ser imensamente feliz. E só o conseguia ser no meu sonho, na minha vida, na minha paixão, que é a comédia. Afinal de contas, como disse Ayrton Senna, "é a minha paixão e não posso desistir dela. É a minha vida."
Trabalho como comediante a tempo inteiro desde então, assim como Quiz Master, carreira que está, graças a Deus, a correr bem. Criei uma espécie de alter-ego, O Gajo do Bigode, cujas páginas podem seguir no Instagram (ogajodobigode) e no Twitter, Facebook e YouTube - O Gajo do Bigode. Este blog é outra forma para me irem acompanhando, a mim e ao meu trabalho, onde estarão compilados todos os meus textos e crónicas.
Que o façam regularmente. São bem-vindos e eu cá esperarei por vocês. Mas sem esquadros.

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