Hoje é o dia em que faço 35 anos.
Não pretendo ser propriamente emocional, é apenas um aniversário. Mas a verdade é que não são 18 anitos, são mais 17 anos a mais que isso. Quase o dobro. 35 anos já é motivo para uma reflexão.
Já passei por muita coisa, graças a Deus muito mais boa que má, em que esta maioridade é bastante positiva. Sou uma criatura bastante feliz e que tem motivos para ser alegre. Mas como qualquer animal nesta vida, também já chorei e passei por maus tempos. Tenho bastante orgulho dos desafios a que me propus, pois sou claramente feito deles, vou muito atrás da minha felicidade. E se tiver que penar para a alcançar, que assim seja.
O melhor exemplo disso foi o meu último grande desafio, em Janeiro de 2018, quando larguei uma aviação estável, de futuro perto de assegurado e com enorme retorno financeiro. Em troca do quê? De uma vida que me deu muito choro, muita dor, muito sofrimento. Causados por muita frustração, por muito trabalho deitado fora, por muito esforço. Mas tudo isto em prol da minha felicidade. Porque tudo isto me levou a uma felicidade de passar a fazer o que mais gosto - a comédia e o entretenimento.
Passar a trabalhar para viver só de comédia é uma coisa que vocês não imaginam como me faz feliz. Estar em palco e ver 300 pessoas a rir com o que estás a dizer vale por 10 voos que corram bem e por uma semana de trabalho e de negas de projectos. Ver 40 pessoas a pensar na resposta da pergunta que fizeste no Quiz vale por uma semana de perguntas e pesquisa. Mas é duro. Mas eu consegui. Percebi que com trabalho, esforço e muita paixão pelo que se faz, se consegue alcançar a meta. Em oito meses já ganhava mais que na aviação e já tinha clientes fixos, contentes e a passarem a palavra, ao ponto de ter cinco e seis casas em lista de espera. E isso deixa-me orgulhoso.
Mas não cheguei lá sozinho. E é este o meu point neste texto. Agradeço a cada uma das pessoas que, muito ou pouco intensamente, me ajudaram e contribuíram para que eu me tornasse melhor pessoa e melhor profissional, me deram a mão e me ajudaram, pessoal ou profissionalmente.
Dentro delas está a minha família, principalmente os meus queridos pais, que tiveram (e ainda estão a ter e a tentar adquiri-la) a paciência suficiente para lidar com as minhas opções, e que me dão vontade de querer ser bem sucedido para lhes provar que podem estar tranquilos; os meus amigos que gostam de me ver feliz e me apoiam de forma absolutamente inabalável; e os meus clientes, que, ao trabalharem comigo, me permitem fazer o que mais gosto na vida.
E o meu último agradecimento vai para a Marta, essa anormalidade (no melhor sentido da palavra, pois algo anormal é fora do normal, não tem que ser pejorativo) de pessoa, porque não é mesmo normal. A perfeição dela é completamente diferente da perfeição em si porque as suas imperfeições fazem-na perfeita. É um dos meus super-heróis.
O outro sou eu mesmo, porque, como dizem os M People na música Search For The Hero, temos que procurar o herói dentro de nós. Procurem-no. Eu encontrei o meu e tenho muito orgulho nele. E ele tem 35 anos. Gosto muito de mim. E posso gostar ainda mais.
Parabéns Tomé. Que sejas sempre feliz e que esse sempre dure muitos e muitos anos. Mantém-te fiel aos teus valores, continua a trabalhar muito e a ser apaixonado pela vida e pelos teus. E continua a amar e a louvar Deus. Nunca te esqueças de Deus. Ele ajuda-te e não Se esquece de ti.
Venham mais 743970392705923 anos. Eu aguento com eles!
Não pretendo ser propriamente emocional, é apenas um aniversário. Mas a verdade é que não são 18 anitos, são mais 17 anos a mais que isso. Quase o dobro. 35 anos já é motivo para uma reflexão.
Já passei por muita coisa, graças a Deus muito mais boa que má, em que esta maioridade é bastante positiva. Sou uma criatura bastante feliz e que tem motivos para ser alegre. Mas como qualquer animal nesta vida, também já chorei e passei por maus tempos. Tenho bastante orgulho dos desafios a que me propus, pois sou claramente feito deles, vou muito atrás da minha felicidade. E se tiver que penar para a alcançar, que assim seja.
O melhor exemplo disso foi o meu último grande desafio, em Janeiro de 2018, quando larguei uma aviação estável, de futuro perto de assegurado e com enorme retorno financeiro. Em troca do quê? De uma vida que me deu muito choro, muita dor, muito sofrimento. Causados por muita frustração, por muito trabalho deitado fora, por muito esforço. Mas tudo isto em prol da minha felicidade. Porque tudo isto me levou a uma felicidade de passar a fazer o que mais gosto - a comédia e o entretenimento.
Passar a trabalhar para viver só de comédia é uma coisa que vocês não imaginam como me faz feliz. Estar em palco e ver 300 pessoas a rir com o que estás a dizer vale por 10 voos que corram bem e por uma semana de trabalho e de negas de projectos. Ver 40 pessoas a pensar na resposta da pergunta que fizeste no Quiz vale por uma semana de perguntas e pesquisa. Mas é duro. Mas eu consegui. Percebi que com trabalho, esforço e muita paixão pelo que se faz, se consegue alcançar a meta. Em oito meses já ganhava mais que na aviação e já tinha clientes fixos, contentes e a passarem a palavra, ao ponto de ter cinco e seis casas em lista de espera. E isso deixa-me orgulhoso.
Mas não cheguei lá sozinho. E é este o meu point neste texto. Agradeço a cada uma das pessoas que, muito ou pouco intensamente, me ajudaram e contribuíram para que eu me tornasse melhor pessoa e melhor profissional, me deram a mão e me ajudaram, pessoal ou profissionalmente.
Dentro delas está a minha família, principalmente os meus queridos pais, que tiveram (e ainda estão a ter e a tentar adquiri-la) a paciência suficiente para lidar com as minhas opções, e que me dão vontade de querer ser bem sucedido para lhes provar que podem estar tranquilos; os meus amigos que gostam de me ver feliz e me apoiam de forma absolutamente inabalável; e os meus clientes, que, ao trabalharem comigo, me permitem fazer o que mais gosto na vida.
E o meu último agradecimento vai para a Marta, essa anormalidade (no melhor sentido da palavra, pois algo anormal é fora do normal, não tem que ser pejorativo) de pessoa, porque não é mesmo normal. A perfeição dela é completamente diferente da perfeição em si porque as suas imperfeições fazem-na perfeita. É um dos meus super-heróis.
O outro sou eu mesmo, porque, como dizem os M People na música Search For The Hero, temos que procurar o herói dentro de nós. Procurem-no. Eu encontrei o meu e tenho muito orgulho nele. E ele tem 35 anos. Gosto muito de mim. E posso gostar ainda mais.
Parabéns Tomé. Que sejas sempre feliz e que esse sempre dure muitos e muitos anos. Mantém-te fiel aos teus valores, continua a trabalhar muito e a ser apaixonado pela vida e pelos teus. E continua a amar e a louvar Deus. Nunca te esqueças de Deus. Ele ajuda-te e não Se esquece de ti.
Venham mais 743970392705923 anos. Eu aguento com eles!

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