Continua tudo preocupado com o racismo, o Ventura e as manifestações (epá já chega disso tudo porque não se chega a consenso nenhum e é repetitivo) mas continua-se a não dar a importância que se deve aos caracóis.
Chegou a altura do ano em que os comemos. Todos os dias os malhamos e ninguém quer saber deste genocídio animal. Quer dizer, já despejámos de casa as lesmas e agora comemos o que resta deles.
A única coisa de que eles se devem rir entre eles é que os chupamos. Devem ter 8263536 anedotas sobre isso para os humanos. Péce que estou a imaginar dois caracóis a falarem, em cima de uma couve:
-Epá sabes quais são as duas coisas que os humanos fazem ao mesmo tempo?
-Não! Qual é?
-Chupar-nos e comerem a nossa merda toda!
-Ahahahah! Está boa!
-Espera, tenho outra! Sabes o que é que um humano sente quando me está a chupar?
-Ahaha não! O quê?
-Os meus pauzinhos a crescer!
-Hahahahah!
-Hahahahah!
-Não! Qual é?
-Chupar-nos e comerem a nossa merda toda!
-Ahahahah! Está boa!
-Espera, tenho outra! Sabes o que é que um humano sente quando me está a chupar?
-Ahaha não! O quê?
-Os meus pauzinhos a crescer!
-Hahahahah!
-Hahahahah!
Claro está que, mais tarde ou mais cedo, são apanhados e vão para a panela, mas também têm o direito de se rir um bocado.
Isto é que são coisas importantes. Como aqueles gajos que adoram coleccionar as cascas dos caracóis no prato, insistindo em não as irem despejando. Ora, se esses adoram coleccionar as cascas, comem caraCOLETAS.


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