Nós, homens, não somos lá muito coerentes. Mas ainda bem porque isso tem piada. Nós partimos vidros e mandamos quadros ao chão quando chegamos a casa com os copos mas depois, quando vem a mulher mandar vir, dizemos: "Schiu... olha os vizinhos..."
Uma das maiores incoerências masculinas é a surpresa com que encaramos uma reacção negativa por parte de uma mulher. Vamos supôr que um gajo está encostado a um balcão num bar. Passa uma moça e ele mete-se com ela, a dizer aquele tipo de coisas agradáveis, que é sempre muito bom ouvir: "És muita boa. Comia-te toda. Deves ser feita de mel porque tens aí uma CUlmeia que valha-me Deus." Coisas que, como é óbvio, é o que as mulheres mais gostam de ouvir.
E depois, perante isto, admiram-se de ser ignorados. Então mas a dizer merdas destas o que é que nós queríamos? Camarões? Não sei, intriga-me.
E o expoente máximo disso são os trolhas. Esses então é que não os percebo mesmo. Na minha rua, esteve uma casa a ser construída e eu passei por ela, enquanto fui passear o meu cão. À minha frente, estava uma mulher daquelas que qualquer homem se passa. Honestamente, até nem estava a olhar muito para ela. Posso só dizer que as calças dela eram da Bershka, brancas, com umas riscas de lado e que iam até á cintura, e que o cinto azul escuro lhe ficava a matar. Mas honestamente não reparei muito nela. Nem na ausência de soutien, qual Jennifer Anniston nos "Friends". Mas honestamente não reparei muito nela.
Entretanto, quando estamos a passar mesmo em frente ao referido prédio, ouve-se uma voz lá de cima: "Anda cá que o pai esgravata-te!" E eu fiquei a pensar: o que é que este Zé ganha com isto? Será que ele estava mesmo à espera que ela subisse pelos andaimes, se cagasse e arranhasse toda, fosse ter com ele e lhe dissesse: "Obrigado por me tratar de uma forma paternal e por me querer pinar!"
E depois, perante isto, admiram-se de ser ignorados. Então mas a dizer merdas destas o que é que nós queríamos? Camarões? Não sei, intriga-me.
E o expoente máximo disso são os trolhas. Esses então é que não os percebo mesmo. Na minha rua, esteve uma casa a ser construída e eu passei por ela, enquanto fui passear o meu cão. À minha frente, estava uma mulher daquelas que qualquer homem se passa. Honestamente, até nem estava a olhar muito para ela. Posso só dizer que as calças dela eram da Bershka, brancas, com umas riscas de lado e que iam até á cintura, e que o cinto azul escuro lhe ficava a matar. Mas honestamente não reparei muito nela. Nem na ausência de soutien, qual Jennifer Anniston nos "Friends". Mas honestamente não reparei muito nela.
Entretanto, quando estamos a passar mesmo em frente ao referido prédio, ouve-se uma voz lá de cima: "Anda cá que o pai esgravata-te!" E eu fiquei a pensar: o que é que este Zé ganha com isto? Será que ele estava mesmo à espera que ela subisse pelos andaimes, se cagasse e arranhasse toda, fosse ter com ele e lhe dissesse: "Obrigado por me tratar de uma forma paternal e por me querer pinar!"
Lá está, tem toda a lógica, de facto. Aliás, quando eu quero fazer amor com uma mulher, aproveito que estamos a jantar e digo-lhe:
-Gostas do frango?
-Gosto sim!
-ENTÃO Ó FRANGO ASSENTA AQUI NO ESPETO!
Faz todo o sentido.
Mas atenção, senhoras, os piropos, quando são personalizados, merecem alguma valorização da vossa parte. Por exemplo, um gajo que esteja a caiar uma casa e passa uma mulher, ele gritar: "Eh lá, caiava-te toda por dentro!", é algo que merece reconhecimento. Não só reflecte personalização do piropo como até alguma inteligência.
Outro exemplo: um coveiro está a trabalhar num cemitério.
Vem o funeral e a viúva é uma bela mulher. Ele dizer: "Anda cá querida que eu vou enterrá-lo!", é de valor. Porque é um piropo ambíguo, podendo ser direccionado para o coito com a mulher como para o enterro do homem.
Senhoras, pensem duas vezes antes de condenar um piropo. Há maus mas existem alguns que merecem reconhecimento.



Comentários
Postar um comentário